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Estoque encalhado aumenta promoções de janeiro no comércio

Pra quem tá com alguma folga no orçamento, agora pode ser a melhor hora de comprar. Janeiro é um mês tradicional de descontos, que estão ainda maiores com a economia em marcha lenta.

Vai dizer que você passou o fim de ano fora de casa de vergonha do seu microondas velhinho? Tava com medo da visita notar que a sua geladeira tá escorada no toco de madeira e com a porta toda amarelada? É difícil, mas se por um acaso você tiver com uma folguinha no salário pra assumir uma parcela ou outra, de repente é um momento legal pra pensar em programar o próximo feriado numa casa cheia de coisa nova.

“Apesar de todos os aumentos de preço inclusive, da depreciação do câmbio que afeta muito esses itens, tiveram aumentos muito pequenos ao longo de 2015 e em alguns casos mesmo reduções de preços”, conta o economista Paulo Picchetti.

O momento agora é bom porque janeiro é o mês do ‘ão’: saldão, liquidação, 14 vezes sem juros no cartão. Se for em 18 parcelas, a última a loja até paga pra você.

“Tem uns três, quatro meses que tô pesquisando. Comprei a TV e agora vou no liquidificador”, conta uma mulher.

Economia é o tipo de coisa que a gente sempre tem que priorizar, mesmo que seja pra enfrentar loja lotada. E isso é lição que a gente ensina pros filhos. E falando em educação, se tem uma coisa que pode frear a nossa vontade de comprar coisa nova pra casa é lista de material escolar. E nesse quesito, analisando os preços de 2015 pra cá, subiram abaixo da inflação. Mas mesmo assim, subiram.

No geral, subiu 7,32%. Mas tem comerciante reduzindo a margem, tipo a lojona de São Paulo que, na média, reajustou tudo em pouco mais de 5%. Pra quem compra sentir menos a facada, é cada tática que você não tem noção. Tipo vir pra loja lotada com o único objetivo de não comprar absolutamente nada.

Jornal Nacional: Hoje foi dia só de anotar? Por que o senhor faz isso?
Eduardo Lopes: Pra comprar mais barato, onde é que tem os melhores preços. Preciso de grande quantidade, então eu faço assim

Tá certo, tem que rodar bastante pra encontrar preço melhor. No caso da Valdirene, é rodar coisa de 1.400 quilômetros.

Jornal Nacional: De onde você é?
Valdirene Santos, atendente de consultório: Vitória da Conquista. Eu venho passar férias aqui, aproveito e compro material dela, que eu acho o preço bem em conta.

E se o preção continuar, faz um mutirão com outras mães bem-humoradas pra comprar no atacado. Elas garantem, é só vantagem. Cada uma vai pegando uma coisa e depois é hora de uma ir pra fila enquanto as outras duas continuam pegando as coisas. Fica mais rápido, mais fácil e mais barato pra todo mundo.

 

Fonte: G1

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Com faturamento em queda, comércio começa a demitir

Vendas do varejo paranaense foram -13,5% menores em agosto ante o mesmo mês de 2014. Postos de trabalho reduziram -3,18%

As vendas do varejo paranaense continuam em queda. Em agosto houve redução de -13,5% no faturamento ante o mesmo mês de 2014. Na comparação com julho, as vendas foram -0,78% menores e no acumulado do ano a retração é de -5,93%. Os dados são da Pesquisa Conjuntural da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR).

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Da mesma forma que as vendas, o número de postos de trabalho no comércio também vem reduzindo consideravelmente a partir do segundo semestre. Em agosto, o nível de emprego ficou -3,18% menor do que no mesmo mês do ano passado, e caiu -1,6% no acumulado do ano. O valor da folha de pagamento baixou -4,59% ante agosto de 2014, em decorrência de comissões de vendas menores e também por ter sido a redução de salários a solução encontrada por muitas empresas para evitar mais demissões.

Setores

Todos os setores avaliados pela pesquisa da Fecomércio PR tiveram um agosto negativo nas vendas na variação interanual. As reduções mais expressivas foram observadas pelos ramos de autopeças (-25,56%), concessionárias de veículos (-24,43%), lojas de departamentos (-23,23%) e postos de combustíveis (-19,19%). O acumulado do ano traz índices um pouco melhores, sendo que os setores de supermercados e farmácias são os únicos com dados positivos, com 7,04% e 1,75% de aumento no faturamento. Os piores resultados no período ficaram com as concessionárias de veículos (-23,96%), autopeças (-15,43%) e calçados (-9%).

Regiões

A queda no movimento foi verificada em todas as regiões do Estado. Londrina ficou com a maior baixa nas vendas, com -18,82% em agosto ante o mesmo mês de 2014. Na sequência ficaram Ponta Grossa (-14,14%), Curitiba e Região Metropolitana (-13,32%), Oeste (-9,57%), Sudoeste (-5,66%) e Maringá (-0,38%). No acumulado do ano, Londrina também apresenta o indicador mais crítico, com -8,49%. Segue em queda também o comércio da região Sudoeste (-7,25%), Curitiba e Região Metropolitana (-5,95%), Oeste (-4,29%), Ponta Grossa (-2,82%) e Maringá (-1,56%).

Fonte: Notícias ao minuto

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