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Fluxo de pessoas em lojas do varejo recua em outubro

O mês de outubro registrou crescimento de fluxo em relação a setembro, após dois meses de quedas consecutivas. A alta foi de 8,7% e a curva ficou similar à registrada em 2014. Os números são da Virtual Gate, empresa especializada no monitoramento de tráfego de pessoas em lojas de varejo.

O comparativo entre 2014 e 2015 aponta que o crescimento de fluxo no último trimestre do ano se repete em 2015, o que indica possíveis altas em novembro e dezembro. O estudo mostrou também que houve decréscimo no mês de 5,5% em relação a outubro 2014. Já a queda acumulada em 2015 é de 6,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

Recorte Regional

Os números mostram também que o último trimestre de 2015 iniciou com redução de 5,5% em relação ao mesmo período de 2014, puxado pela queda de 11,5% na média da região Norte. As regiões Sudeste e Sul possuem as menores reduções na comparação de outubro de 2015 com o mesmo período de 2014.

De acordo com o diretor de Relações Institucionais da Virtual Gate, Caio Camargo, o momento agora é de ficar atento às oportunidades. “Em novembro, teremos uma importante data para o varejo que é a Black Friday. É imprescindível que os lojistas se atentem ao fato de que o consumidor está mais ligado e, consequentemente, mais aberto a boas promoções. Mas elas precisam ser reais, porque neste momento, o cliente vai pesquisar muito antes de comprar”, avalia.

Já na opinião de Heloísa Cranchi, diretora geral da Virtual Gate, é preciso pensar de forma estratégica. “Quando se fala em promoção temos que avaliar bem o mix de produtos. Movimenttar estoque não pode ser o único objetivo”, destaca a executiva.

A base analisada conta com mais de 1200 pontos de medições (lojas), adota a Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE, na sua versão mais atual 2.0. Ponto de referência base 100 = janeiro de cada ano para comparativos anuais e base = 100 primeiro mês analisado no comparativo mês a mês.

Fonte: Investimentos e Notícias

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Queda no varejo está diretamente ligada ao pessimismo do consumidor

Alencar Burti, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), comenta que a retração no varejo nacional, divulgada hoje pelo IBGE, decorre principalmente da queda da confiança do consumidor.

“O momento de retração da economia faz com que o consumidor tenha menos dinheiro no bolso e fique mais inseguro no emprego. Com isso, ele deixa de comprar, sobretudo artigos de maior valor, que dependem de crédito”, analisa.

Contudo, Burti ressalta que até mesmo setores mais resistentes e que não dependem de compra parcelada – como artigos de farmácia e perfumaria – já começam a sentir o impacto negativo do pessimismo do consumidor.

“O salário real não está acompanhando a inflação e o brasileiro está fazendo de tudo para economizar, priorizando compras de artigos essenciais e deixando de adquirir itens que considera supérfluo”, finaliza Burti.

Fonte: Investimentos e Notícias

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O varejo tem pressa – e a tecnologia precisa acompanhar

Rapidez de insights nos negócios pode fazer a diferença entre uma oportunidade perdida e um ganho enorme. Se você for um varejista na área de moda ou alimentos, por exemplo, ter um estoque suficiente de chapéus de sol ou de sorvetes para atender a demanda durante os dias de calor fará total diferença se você não quiser morrer na praia. Localizar picos de interesse de um produto – ou mesmo prever quais serão os itens mais vendidos e planejar o futuro – pode significar mais sucesso para a sua empresa.

Vamos tornar este exemplo um pouco mais prático. O processo completo de varejo – da emissão da nota fiscal até o processamento do lote, combinado com a cadeia de fornecimento – muitas vezes representa o tempo de resposta daquele varejista para as oportunidades com que se depara. E se essas consultas fossem feitas em minutos em vez de horas? E se isso pudesse ser feito sem interromper os processos regulares na emissão de mercadorias para determinar uma posição de estoque ao final de uma hora, de uma semana ou de um dia de comércio?

Acessando rapidamente as informações

A fabricante líder de cerveja artesanal Sierra Nevada teve que enfrentar esse desafio. O seu armazenamento em disco rígido convencional não atendia às necessidades de uma empresa que precisava de acesso rápido às informações. A empresa precisava de uma tecnologia que pudesse gerenciar os dados – que em última análise, controlam o seu processo de fabricação – de uma forma mais simples e eficiente. Por isso, optou pelo flash. As matrizes de armazenamento em flash ajudaram a Sierra Nevada a agilizar o processo de fabricação, proporcionando rápida compreensão dos dados e resolvendo quaisquer problemas da linha de produção ali mesmo, na hora, ao invés de amanhã.

Um dos maiores problemas do setor de varejo é que ele é um alvo muito, muito atraente para ataques de todos os tipos de organizações. O caso da gigante americana de varejo Target, por exemplo, onde uma violação em grande escala causou um prejuízo de milhões de dólares quando hackers roubaram dados financeiros confidenciais de clientes de seu banco de dados e os venderam no mercado negro. Sim, é claro que isso remete ao campo da segurança cibernética, mas as organizações inteligentes já aprenderam que assegurar automaticamente o componente mais básico de qualquer sistema, o próprio meio de armazenamento, é fundamental para manter os dados vitais a salvo de caírem em mãos erradas.

Com o flash, no entanto, essa preocupação pode receber uma prioridade mais baixa, porque nada é escrito em um FlashArray sem ser criptografado, reduzindo assim a possibilidade de ataque de um hacker. Essa é apenas uma das vantagens que o flash acrescenta ao seu pacote de benefícios para possibilitar que as empresas trabalhem melhor, mais rápido e, acima de tudo, de uma forma mais segura para os clientes.

Acelerando o fluxo de informações

Também vale a pena observar outros casos reais em que o flash tornou possível ganhos essenciais para um modelo de negócio de varejo baseado na movimentação de grandes volumes de produtos. A Picard, varejista de alimentos congelados com 920 lojas, teve grande sucesso com seus aplicativos internos de previsão SAP usando flash para obter rápido conhecimento de sua cadeia de fornecimento. Já a equipe da Kiabi, outra varejista francesa, desta vez de moda, reduziu de 24 para apenas quatro horas o tempo de processamento em série de seu banco de dados, permitindo que ele trabalhe a uma velocidade mais rápida que nunca.

Ou seja, agilizar o tempo de acesso dá aos varejistas a capacidade de alavancar seus sistemas corporativos de planejamento de recursos, além de facilitar a rápida reposição de produtos à medida em que são vendidos. Outro benefício é que ao proporcionar aos varejistas rápido acesso e leitura de seus dados, o flash também permite um desenvolvimento mais rápido dos negócios de uma empresa. Se antes os varejistas levavam dias para fazer cópias de seus bancos de dados ao aprimorar um novo sistema ou site, com o flash este processo é quase instantâneo.

A lição tirada desses exemplos é a seguinte: a velocidade de acesso e uma inteligência de negócios precisa poderão levar uma empresa ao sucesso. Fazer isso de uma maneira que simplifique o processo por trás da leitura de dados também poderá gerar uma economia operacional. O varejo é e sempre será um teste pelo qual cada fornecedor de tecnologia deverá passar, simplesmente para poder sobreviver. Atualmente, fazer tudo certo não é apenas ser o mais rápido ou o maior, mas também compreender o problema, em vez de apenas jogar dinheiro nele.

Fonte: Computer World

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