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ICV 30 Setembro

Terceiro trimestre de 2015 fecha com queda de 6,1% no fluxo de pessoas em lojas de varejo

 Números apurados pela Virtual Gate fizeram a comparação com o mesmo período do ano passado

São Paulo, outubro de 2015 – O terceiro trimestre de 2015 teve queda de 6,1% em relação ao mesmo período de 2014 no fluxo de pessoas em lojas de varejo. Os números são da Virtual Gate, empresa especializada no monitoramento de tráfego de pessoas em lojas de varejo.

Já setembro de 2015 fechou com queda de 3,8% em relação ao mês anterior e decréscimo de 6,7% no comparativo com o mesmo período do ano passado. O estudo mostra ainda que a curva de flutuação do fluxo é similar entre 2014 e 2015, mas voltou a ter distanciação após o mês de julho.

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Na opinião de Caio Camargo, diretor de Relações Institucionais da Virtual Gate, o mercado ainda continua difícil. “Embora a curva se assemelhe a 2014, não podemos dizer que acontecerá uma retomada nos próximos meses como foi no ano passado. A confiança do consumidor ainda está muito baixa, com a previsão de início de recuperação para meados de 2016”, analisa.

Recorte regional

No comparativo por região, o Sul teve o pior desempenho no trimestre com queda de 8,5%, seguido de Centro-Oeste (-6,5%) e Sudeste (-6,3%). Nordeste e Norte foram as que menos caíram de acordo ao recorte regional da pesquisa com -6,1% e -5,5%, respectivamente.

De acordo com Heloísa Cranchi, diretora geral da Virtual Gate, o momento exige muita reflexão para traçar boas estratégias. “Estamos nos aproximando do Natal que é uma das datas mais importantes do ano para o Varejo. É preciso que o varejista utilize todas as ferramentas disponíveis no mercado para conhecer bem o seu consumidor e, com isso, conseguir planejar ações direcionadas e mais efetivas”, analisa.

A base analisada levou em consideração a evolução média de fluxo diário nas lojas que possuíam contagem de fluxo entre janeiro/2014 e setembro/2015. Não foi considerada a divisão por segmentação, com variação percentual mês contra mês anterior e base inicial = 100 em janeiro/2014. O cálculo foi realizado tem como base mais de 1200 pontos de medições (lojas), adota da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE, na sua versão mais atual 2.0, ponto de referencia base 100, referente a janeiro de cada ano para comparativos anuais, e Base 100 referente ao primeiro mês analisado no comparativo mês a mês.

 

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ICV 30 Agosto 2015

Fluxo de pessoas em lojas teve queda de 6,9%  em agosto no comparativo com o mês anterior

Dados apurados pela Virtual Gate mostram também decréscimo de 8,8% no período em relação a 2014

São Paulo, outubro de 2015 – O mês de agosto de 2015 voltou a registrar queda no fluxo de pessoas em lojas de varejo. Dessa vez, o decréscimo foi de 6,9% em comparação ao mês anterior. Em relação a agosto de 2014, a retração foi de 8,8%. Os dados foram apurados pela Virtual Gate, empresa especializada no monitoramento de tráfego de pessoas em lojas de varejo.

O estudo mostra ainda que a redução de fluxo no período do Dia dos Pais de 2015 em relação a 2014 foi determinante para redução da média diária de agosto, em relação ao mesmo mês de 2014 e também a julho de 2015.

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De acordo com Caio Camargo, diretor de Relações Institucionais da Virtual Gate, a sazonalidade é sempre muito influente no cenário de varejo. “Aqui vemos a queda do Dia dos Pais puxando a retração do mês. Isso pode servir de alerta para o varejista traçar suas estratégias promocionais e planejar ações para datas futuras”, destaca.

Na opinião de Heloísa Cranchi, diretora geral da Virtual Gate, é preciso adequar o pensamento à realidade. “As ações neste momento devem ser pontuais e muito bem planejadas. E o mais importante é saber que não dá mais para contar que teremos um determinado valor de vendas para uma data específica. Este cenário ficou no passado, agora é disputar pelo consumidor e leva quem tiver a melhor estratégia”, conclui.

O cálculo foi realizado tem como base mais de 1200 pontos de medições (lojas), adota da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE, na sua versão mais atual 2.0, ponto de referencia base 100, referente a janeiro de cada ano para comparativos anuais, e Base 100 referente ao primeiro mês analisado no comparativo mês a mês.

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