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Varejo tem retração de 7,4% nas vendas em setembro, mostra IDV

As vendas reais do varejo recuaram 7,4% em setembro ante o mesmo mês de 2014, aponta o Índice Antecedente de Vendas (IAV), divulgado pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) nesta quinta-feira. O desempenho é o pior desde a criação do indicador, em outubro de 2007.

odos os segmentos tiveram quedas em setembro, assim como ocorreu em agosto. Em comparação com o mesmo período de 2014, novamente o comércio de bens duráveis apresentou a maior baixa (-12,7), seguido pelos segmentos de semiduráveis (-6,2%) e bens não duráveis (-4,8%).

Em agosto, o IAV-IDV havia registrado queda real de 7,2%. “A deterioração dos pilares macroeconômicos que direcionam o consumo tem influenciado diretamente para baixo o desempenho do varejo desde o 3º trimestre do ano passado”, comentou Luiza Helena Trajano, presidente do IDV, em nota distribuída à imprensa.

Projeções

O setor varejista prevê continuidade na redução do faturamento real. Ante os mesmos meses de 2014, o IAV-IDV aponta para quedas de 2,62% em outubro, 2,26% em novembro e 2,53% em dezembro.

Para bens duráveis, o IAV-IDV aponta recuo para outubro (-3,4%), novembro (-2,9%) e dezembro (-2,1%). Já o segmento de semiduráveis, que inclui vestuário, calçados, artigos esportivos e livrarias, espera reduções de 3,1% em outubro, 5,6% em novembro e 1,9% em dezembro. Por fim, o comércio de bens não duráveis, composto principalmente por vendas de super e hipermercados, serviços alimentares e perfumaria, prevê queda de 2%, 0,5% e 3,1% para os últimos três meses do ano.

Sessenta e seis empresas varejistas de diferentes setores compõem o IDV e fornecem dados para a definição do índice. Fazem parte B2W, Grupo Pão de Açúcar, Lojas Americanas, Lojas Marisa, Magazine Luiza, Spoleto e Tok&Stok, entre outros.

 

Fonte: EM

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Franquias entram em nova fase de expansão

As franquias brasileiras vão entrar em uma nova e mais abrangente fase de expansão internacional. A aposta é de André Friedheim, diretor internacional da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Três são os fatores que justificam a aposta. A conjuntura do país, que favorece busca de alternativas no exterior, agora com um câmbio mais favorável. O amadurecimento do franchising nacional, que aprendeu com boas e más experiências recentes no exterior. E uma nova estratégia de apoio a internacionalização que está sendo desenvolvida em conjunto pela ABF e a Apex Brasil.
A ação conjunta prevê criar uma espécie de incubadora de franquias no exterior. A primeira será em Miami, nos Estados Unidos. A ideia é montar um escritório conjunto, nesse caso em um espaço já existente da Apex, no qual um grupo de franquias compartilhe as despesas iniciais, da secretária e contador a advogado e consultor. “É uma base, que permite ao empresário estruturar seu negócio, conhecer o mercado e definir estratégia e parceiros sem um grande desembolso”, diz Friedheim.
A ideia é reunir dez franquias em uma primeira experiência. “Ainda nem apresentamos formalmente a proposta na ABF e já temos mais de 35 interessados.”
A ABF e a Apex trabalham em conjunto há uma década, estimulando a internacionalização de franquias brasileiras por meio de participação em feiras, rodadas de contatos internacionais com potenciais parceiros e disponibilização de pesquisas mercadológicas.
Esse trabalho, segundo Friedheim, teve um papel fundamental na internacionalização da maioria das franquias brasileiras. Hoje são 106 marcas presentes em 53 países, sendo 96 com unidades franqueadas e 10 apenas por meio de exportações. “Nossa expectativa é que esse número chegue a 200 em cinco anos”, diz o executivo.
A primeira onda de internacionalização ocorreu nos anos 1990, mas nem todas experiências foram bem-­sucedidas. Dois exemplos emblemáticos foram o da rede Amor aos Pedaços, na Flórida (EUA), e do Habib’s, que tinha um plano de 150 lojas no México, abriu seis, que fecharam depois de cinco anos.
“As redes se aventuram sem conhecer o mercado e os hábitos de consumo local”, diz Friedheim.
Mas também houve casos de sucesso, como o da Localiza, que iniciou sua internacionalização em 1992, quando o Brasil enfrentava uma crise política e econômica que culminou com o processo de impeachment do presidente Collor. “A presença no exterior evita a dependência excessiva de um único mercado. Sempre existe um país que está indo bem e nos permite crescer”, diz Bruno Andrade, diretor de franchising da rede.
É a situação atual, diz o executivo. A expansão dos negócios no exterior, É a situação atual, diz o executivo. A expansão dos negócios no exterior, principalmente na Colômbia, Argentina e Chile, foi de 23% em 2014 e no Brasil, de 9,7%. “Em 2015 a diferença deve ser maior.”
O franchising, diz Andrade, permite uma presença internacional sem que a empresa tenha que fazer grandes desembolsos com ativos no exterior. No caso da Localiza, todas as agências no exterior são franqueadas.
Em 2014, a companhia obteve um faturamento de R$ 3,9 bilhões. O principal negócio, a locação de veículos, é feita por uma rede de 552 agências que somam uma frota de 117,7 mil veículos. As agências franqueadas são 242, sendo 67 em sete países da América do Sul. A estratégia de expansão internacional é cautelosa. Andrade diz que a Localiza busca parceiros locais em cada país no qual opera. “Empresários que conhecem o mercado e as regras sob as quais atua. Nossa participação é oferecer o know­-how do negócio”, diz.
A internacionalização da rede de depilação Depyl Action é recente e, como diz sua proprietária, a empresária Danyelle Van Straten, surgiu da oportunidade.
Há sete anos, uma cliente brasileira foi morar na Venezuela. Descobriu que não havia nenhuma clínica de depilação com tecnologia igual da rede brasileira. A Depyl Action tem um sistema com base em uma cera depilatória de desenvolvimento próprio. Por outro lado, percebeu que havia uma grande demanda reprimida. Hoje essa ex­-cliente opera duas unidades da rede, uma em Maturín e outra em Lechería.
Danyelle diz que operar na Venezuela foi uma verdadeira graduação em internacionalização. Ele teve que aprender a lidar com uma grande burocracia para registrar a cera depilatória no país, aprender como abrir empresas e ainda enfrentar as dificuldades em atuar em um país que exerce um rígido controle sobre o câmbio e a remessa de divisas para o exterior.
“Hoje estamos preparados para atuar em qualquer país”, diz.
A Depyl Action possui uma rede de 94 lojas, das quais 91 franqueadas. No momento, finaliza um plano de expansão internacional, que deve contemplar num primeiro momento países das Américas. A meta não é pequena. Em uma década, a Depyl Action planeja se tornar referência mundial em depilação.
Fonte: SBVC

 

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Varejo e indústria em busca das vendas perdidas

Em um ano de notícias ruins para a economia, a Black Friday, marcada para acontecer no dia 27 de novembro, anima fabricantes e varejistas em busca de vendas perdidas, mas está longe de ser a grande oportunidade de queima de estoques acumulados ao longo do ano.

A estimativa do site Busca Descontos, que trouxe o modelo de Black Friday para o Brasil, em 2010, é que as vendas cheguem a R$ 978 milhões, um avanço nominal de 12% em relação ao ano passado. É um ritmo bem mais lento que o registrado na comparação entre 2014 e 2013, quando o percentual foi de 24%. Descontada a inflação, que deve fechar 2015 na faixa de 9%, o crescimento real das vendas pode ficar na casa dos 3%.

Em relação ao gasto médio por internauta, a estimativa é que ele fique em R$ 422,39, ou 10% a mais que o registrado em 2014 – valor praticamente estável quando se desconta a inflação.

De acordo com Omar Jarouche, gerente de Inteligência da ClearSale, empresa de prevenção de fraudes na internet, dois fatores contribuem para esse desempenho. O primeiro é a consolidação da Black Friday como um evento importante no calendário do varejo.

Sem o fator novidade dos últimos anos, a euforia dos compradores tende a ficar menor, resultando em avanço menos acelerado de negócios. O outro impacto vem da queda da confiança do consumidor, que está menos disposto a gastar dinheiro. De acordo com Jarouche é difícil dizer qual fator tem mais peso no desempenho. “Precisaríamos de um ano menos atípico para saber exatamente”, disse.

Sobre o valor do ticket médio, ele avalia que uma das questões possa ser o investimento dos varejistas em kits de produtos – no modelo “pague um e leve dois”. Na avaliação de Juliano Motta, diretor de operações do site BlackFriday.com.br, isso também ajuda o consumidor a ter uma imagem menos negativa do vendedor. “Ele não fica com a impressão de que o produto em promoção poderia ser vendido mais barato normalmente”, disse.

Para ele, as projeções feitas para as vendas da Black Friday foram bastante conservadoras, e há expectativa de que possa haver uma surpresa positiva no desempenho. “O consumidor que não gastou dinheiro ao longo do ano com medo da instabilidade, vai pelo menos olhar as ofertas”, disse.

O site Black Friday vai reunir quase 20 empresas como Marisa, Nespresso, Hering, Saraiva, HP, Dell e novidades com a montador GM e a companhia aérea Azul. De acordo com o Busca Descontos, entre os produtos que os consumidores mais esperam descontos estão eletrônicos, eletrodomésticos e informática. Segundo levantamento feito pelo Google, 25% dos internautas pretendem comprar alguma coisa na Black Friday.

Segundo Bruno Couto, diretor de marketing da Netshoes, a data já se tornou a mais importante para a companhia, passando o Natal. Por conta disso, a varejista vem se preparando há 12 meses. “A Black Friday é uma compra mais impulsiva e o Natal é mais emociona, a compra da lembrancinha, com ticket médio menor”. Os perfis são diferentes”, disse. Desde o ano passado o site prepara um mês inteiro de ofertas. E a ideia é repetir esse esforço neste ano. De acordo com Couto, o mês de novembro sozinho poderá representar um trimestre inteiro de vendas da companhia, que teve receita de R$ 1,5 bilhão em 2014.

Neste ano, o Busca Desconto vai realizar também uma edição da “Cyber Monday”, um esforço de vendas no dia 30 de novembro para eliminar estoques remanescentes da Black Friday.

Fonte: Eletrolar

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Apesar da crise, Black Friday deve movimentar R$ 1.5 bilhões no Brasil

Há certa ansiedade pairando na web, no varejo e no bolso de consumidores e ela atende pelo nome de Black Friday.

Apesar da crise, ou talvez por conta dela, a data promocional do dia 27 de novembro não sofrerá recuo. Pelo contrário, garantirá seu aumento em relação ao ano passado. Para 2015, a estimativa é que o evento movimente cerca R$ 1.5 a R$ 1.9 bilhões, cerca de 20% maior em relação ao ano anterior, segundo dados do E-bit. Um número que faz da Black Friday a data comercial que, no Brasil, só perde para o Dia das Mães e o Natal em volume de vendas.

“Por conta da crise, os varejistas não estão conseguindo bater suas metas e eles estão contando com a data para isso. O consumidor também espera, pois sabe que fará um bom negócio”, ressalta Claudia Sciama, Diretora de Negócios para Varejo do Google. Nesta quinta-feira (29), a companhia divulgou os resultados de uma pesquisa sobre a intenção de compra de consumidores durante a Black Friday no Brasil. Foram entrevistados mil internautas em outubro deste ano.

De acordo com a pesquisa, há uma espécie de represamento na intenção de compra, onde 49% dos entrevistados disseram que planejam suas compras para a data em questão. Se a expectativa é grande por parte dos consumidores, a preparação por parte do varejo acontece com muita antecedência. Segundo Claudia, varejistas cientes da importância do evento se planejam com cerca de um ano de antecedência, isso inclui desde a compra de estoque até mesmo o planejamento de marketing.

Mobile

A medida que o número de smartphones aumenta e a concentração do tráfego deixa os limites do desktop para acompanhar seus usuários em qualquer situação, o M-commerce também ganha protagonismo no contexto. A mudança de comportamento é vista com clareza nas compras do Black Friday.

Para este ano, a estimativa é que 20% das compras da data venham do mobile – smartphones e tablets. Segundo a pesquisa, houve um crescimento de 46% para o m-commerce entre os anos de 2013 e 2015.

“É um grande desafio para varejistas melhorarem a experiência de compra no mobile”, destaca Cláudia.

A executiva também chama atenção para o fato de que a Black Friday no Brasil não consiste apenas na sexta-feira. Há uma antecipação de uma semana, isso é visto no aumento das buscas pelo termo no Google. Em 2014, o pico de buscas se deu às 22h da quinta-feira, com a data concentrando 1/3 das compras de toda a Black Friday.

“As vendas na quinta-feira foram 53% maior em 2014 em comparação a 2013. E essa antecipação deve acontecer também em 2015”, prevê.

De certa forma, há uma relação íntima no que diz respeito ao aumento das compras em dispositivos móveis e a intenção de compra por smartphones na Black Friday.

Acompanhando o cenário de 2014, 2015 também será o ano de vendas deles. A grande maioria daqueles que compraram na Black Friday do ano passado, pretendem comprar um smartphone esse ano, aponta apesquisa. E mesmo aqueles que compraram um aparelho em 2014, 42% pretendem comprar um novo modelo em 2015.

Por que isso importa

Em momentos de crise, onde o varejo se vê fragilizado, datas comemorativas devem dar o fôlego necessário para a vertical se equilibrar e pensar em estratégias para crescer no digital.

O crescimento do e-commerce e m-commerce também indica a migração de consumidores do varejo tradicional para o online. De acordo com a pesquisa, 18% das pessoas que compraram na última Black Friday nunca tinham comprado online – o equivalente a 200 mil novos internautas comprando.

No Brasil, cinco dos maiores sites concentraram 25% de todo o tráfego da data comercial. São eles Americanas, Submarino, Casas Bahia, Mercado Livre e Netshoes, respectivamente. Na data, eles praticamente dobraram o tráfego em comparação ao volume cotidiano.

No entanto, segundo o Google, tem se visto o aumento da compra em sites ditos de nicho – especializados em uma linha de produto. Quinze desses sites concentraram outros 25% do tráfego na Black Friday.

Nesse cenário, varejistas vêem a importância da infraestrutura de seus sites melhorarem significativamente.  A migração para nuvem, diz Fabio Andreotti, diretor do Google Cloud para América Latina, torna-se imprescindível.

Em datas como a Black Friday, sites tendem a encarar instabilidade devido ao aumento de visitantes. Segundo Andreotti, 90% dos 50 maiores sites de e-commerce brasileiros tiveram alguma espécie de indisponibilidade. E isso significa também perda de receita. De acordo com o Google, uma hora em que um site fica fora do ar pode indicar a perda de 300 mil visitantes. Em termos financeiros – R$ 1.5 milhões em vendas podem ser perdidos.

“O que acontece é que esses sites foram feitos há 10 anos, muito antes de prever eventos desse porte. E muitos varejistas ainda se apegam a própria infraestrutura e não percebem a importância da migração para nuvem. E a vantagem é que a nuvem não é só mais flexível como econômica”, explica Andreotti.

A migração para nuvem também indica a possibilidade de entender melhor o perfil do consumidor. Ao dispor toda a arquitetura de um site para o cloud, permite-se a análise de dados (big data) em tempo real.

A expectativa para esse é que o ticket médio seja de R$ 200. Com a tendência de superá-lo. Daqueles que compraram na edição do ano passado, 82% pretendem comprar novamente neste ano, diz a pesquisa encomendada pelo Google.

Fonte: IDGNOW!
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Comércio online em datas comemorativas impulsiona varejo

A experiência de compras nas datas comemorativas vem mudando significativamente nos últimos 5 anos. Com a explosão do e-commerce nos feriados tradicionais, as redes varejistas passaram a criar eventos próprios a fim de impulsionar as compras online. Um case marcante é o exemplo do grupo Alibaba que lançou em 2009 a campanha 11.11 Shopping Festival on China’s Singles’ Day, que acabou se tornando a maior data mundial do e-commerce por promover anualmente 24 horas de liquidação. Seja tradicional ou criado e incentivado pelo varejo, o importante é que os comerciantes reconheçam esta tendência crescente das datas comemorativas quando forem mapear suas estratégias anuais de marketing digital.

Para entender este comportamento, a Sociomantic Labs, líder em soluções de marketing programático para empresas, criou um infográfico que destaca os hábitos de consumo de compras e estatísticas-chave do e-commerce das melhores datas de compras no mundo.

O mercado brasileiro já apresenta bons exemplos desta tendência. Um deles é a Black Friday, que vem se firmando há alguns anos. Em 2014, por exemplo, o varejo online brasileiro vendeu R$ 1.16 bilhão na Black Friday, registrando um crescimento de 51% quando comparado com 2013. Além disso, no ano passado, 18% dos 1.2 milhão de shoppers das promoções da Black Friday compraram de varejistas online pela primeira vez, mostrando mais uma vantagem do marketing nos Shopping Holidays. Outro exemplo é a Cyber Monday, que ganhou popularidade também na América Latina e na Europa. No Brasil, em 2014, as vendas do Cyber Monday resultaram em $58 milhões (dados do Profissional de E-commerce).

Veja abaixo quais as principais datas do comércio detectadas pela Sociomantic:
• Liquidação de verão
• Ano Novo Chinês
• Volta às aulas
• Dia da mulher
• Páscoa
• Dia das mães
• Dia dos namorados
• Dia dos pais
• Dia das crianças
• Divali – festival das luzes na Índia
• Dia dos solteiros da China
• Dia de ação de graças, Black Friday, Cyber Monday e GOSF (Grande Festival de Compras Online, promovido pelo Google, na Índia)
• Hanukkah, Natal, Kwanzaa (celebração afroamericana) e Boxing Day

Abaixo listamos as três principais dicas para as empresas manterem a competitividade nas datas comemorativas:

1. Antecipe suas ações de marketing
Os varejistas estão começando a perceber a importância de prospectar clientes com antecedência se quiserem garantir conversões em vendas. Para garantir que estão preparados para amplificar e modernizar suas estratégias durante essas épocas de consumo intenso, é essencial que os anunciantes testem novas tecnologias com tempo suficiente para aprender as melhores práticas e aperfeiçoarem seu trabalho de acordo com suas observações. Para a maioria das estratégias de marketing baseada na coleta de dados, três meses de “aquecimento” são o mínimo recomendado para a realização de testes.

2. Vá para o mobile
À medida que sair de casa para fazer compras nos Shopping Holidays torna-se mais caótico, estratégias para mobile web e apps podem fazer toda a diferença para captar a atenção dos consumidores. É essencial que o anunciante esteja totalmente preparado para relacionar-se com clientes em qualquer cenário, seja checando ofertas no smartphone, aproveitando intervalos no dia de trabalho para conferir bons negócios em seu tablet ou se preparando para um dia de compras em seu PC. Estratégias inteligentes, baseadas na coleta de dados, voltadas para o conforto do cliente, que abrangem todos os dispositivos, farão toda a diferença.

3. Personalize para se destacar
Com tanta competição nesses períodos, os varejistas devem encontrar um jeito de se destacar. A personalização baseada nos dados do consumidor – nos sites, apps e nas redes sociais — é essencial para obter conversões de clientes, considerando que os outros varejistas estão a alguns cliques de distância. Novas tecnologias como a publicidade programática possibilitam que os varejistas usem CRM e outros dados proprietários para criar anúncios personalizados em tempo real, tanto para consumidores em potencial quanto para clientes existentes.
Fonte: Proxxima

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BTG prevê tombo de 55% no lucro do varejo

O balanço das varejistas de capital aberto no terceiro trimestre deve trazer um retrato dramático da economia. A previsão do banco BTG é que o lucro consolidado de 17 companhias do setor despenque e some apenas R$ 536 milhões, com queda de 55% em relação ao mesmo período de 2014, informa Natalia Viri. No segundo trimestre, esse conjunto já viu seus ganhos diminuírem em 47%.

A combinação de inflação alta, desemprego e indicadores fracos de confiança do consumidor deve penalizar principalmente Pão de Açúcar, Via Varejo (dona das redes Casas Bahia e Ponto Frio), Magazine Luiza, Hypermarcas, Restoque (dona da Le Lis Blanc) e Natura.

Na contramão, somente três empresas do setor devem ter crescimento de mais de 1% no lucro, de acordo com as estimativas do banco: a farmacêutica Raia Drogasil, a CVC, de agências de viagens e a varejista de moda Renner.

 

Fonte: Veja

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O varejo de “substituição”

Se vivemos tempos de crise, uma lição que as marcas têm que aprender é que o consumidor brasileiro, na maioria das situações não está deixando de comprar, está sim migrando seu consumo para alternativas de marcas ou produtos, de acordo suas necessidades.

Talvez não faça sentido para compras maiores, compras que haja a necessidade de uso de crédito para que possam ser realizadas. Imóveis, automóveis e eletroeletrônicos creio que são os mercados que de fato vem mais sentindo uma real falta de consumidores. Nesses casos específicos, realmente o consumidor está esperando um melhor momento para comprar, mesmo com as indústrias realizando fortes campanhas de incentivo.

Nos demais cenários, se pensarmos como nós consumidores ainda estamos comprando, ainda vamos ao mercado, ainda abastecemos os carros, ainda compramos roupas quando precisamos. Mas fazemos tudo da mesma maneira?

Certamente não. O consumidor brasileiro está migrando seu consumo em busca de novas oportunidades. Deixa de comprar no supermercado que oferecia marcas melhores, para buscar o que melhor oferece preço. Deixa de comprar uma roupa de uma marca importada, para comprar uma roupa de uma marca nacional de bom custo x benefício.

Nesse mercado brasileiro, dentro do atual cenário de crise, há uma certeza. Se de fato há quem está perdendo dinheiro, alguém vai sair lucrando com a crise. Dias atrás, vi numa publicação do grande Marcelo Cherto, um dos grandes especialistas de mercado que conheço uma frase que acredito que marca muito o cenário de oportunidade nos dias de hoje:

“ Não posso perder essa crise de jeito nenhum! ”

Num cenário onde seus diferenciais ainda não conseguiam conquistar um mercado dominado por uma marca maior, será que a crise não cria uma nova abertura, uma nova possibilidade? Quem sabe há hoje um nicho no qual sua marca possa explorar e conquistar novos terrenos?

Eu creio que hoje vivemos o que eu chamo de “varejo de substituição”. Não há mais tanto espaço para o que possa ser considerado supérfluo, porém, há ainda muito espaço para ser criativo e conquistar novas oportunidades. A maré baixou e só vencerá no novo mercado criado quem conseguiu criar valia em seus produtos e serviços, ou seja, naquilo que hoje oferece.

Quem ainda não fez a lição de casa, ainda há tempo, mas cada vez mais escasso. Num cenário econômico onde aparentemente os números só serão positivos a partir de 2017, não há tempo para passividade, esperando dias melhores. A hora é agora.

 

Fonte: Falando de Varejo

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Nem Natal salva o comércio da crise

Silvio Ribeiro trabalha como Papai Noel em festas de fim de ano há 48 anos. Mais que isso: ele mantém uma equipe de 15 “bons velhinhos”, que trabalham em shoppings, empresas, eventos e residências. Mesmo com uma inflação de mais de 9% prevista para 2015, ele decidiu não reajustar o preço do serviço, inalterado há dois anos. Para ter um Papai Noel com barba postiça, o preço é 650 reais. Com barba de verdade, o valor passa a 850 reais. Em outras épocas, as reservas já estariam aquecidas nessa época do ano, a pouco mais de dois meses do Natal. Neste 2015 de retração econômica, no entanto, até Papai Noel é termômetro do aperto financeiro da clientela. “Ainda não recebemos nenhum pedido”, diz Ribeiro. “Nossa esperança está no recebimento do 13º salário.”

Na última década, o comércio elegeu, a cada fim de ano, um produto-símbolo da fase de bonança do consumo no país. Os varejistas brasileiros já celebraram o Natal da TV de plasma, o do notebook e o dos smartphones, para citar três campeões de vendas. Em 2015, se houver algum campeão para eleger como símbolo, já será uma vitória. Praticamente todos os setores do varejo preveem para este ano seu pior Natal em muito tempo. O depoimento do Papai Noel Silvio Ribeiro ou o repentino aparecimento de panetones – tradicional produto de fim de ano – nas prateleiras de supermercados em pleno mês de setembro atestam o que economistas e empresários já anteveem: em 2015, nem o Natal salva os resultados do comércio.

A celebração de fim de ano da família da enfermeira aposentada Teresa Jonas vai ser mais simples que o do passado. “Não teremos amigo secreto, só vamos presentear as crianças”, diz ela. “Para os adultos, daremos doce. E caseiro.” Na casa da relações públicas Amanda Abed, a celebração também vai ser mais enxuta. A família grande já permitiu festas de Natal com até 70 pessoas. Em 2015, serão 20. “Decidimos não chamar todo mundo”, conta.

Inflação, dólar e desemprego em alta estão entre os fatores que se somam para que as projeções de um Natal mais magro. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) fala em impacto direto em todos os segmentos do varejo, que incluem lojas de rua, shoppings e o comércio eletrônico. Para o varejo físico, a entidade projeta vendas 4,1% menores que as de 2014, o que deve marcar a primeira retração desde 2004.

Os planos de fim de ano do aposentado Manuel de Abreu põem em cores vivas o que as planilhas de empresas e entidades de classe como a CNC já anteveem. Na família do aposentado, os adultos não ganham presentes – e o neto não vai ganhar um tablet novo, como Abreu planejava, mas um que, hoje, é de sua esposa. “Vamos aproveitar que ela não usa tanto”, diz.

Quando os empresários afirmam que nem o Natal livrará 2015 de ser um ano ruim para as vendas, não se trata de pessimismo cego. Em todas as outras datas usadas como trampolim pelo comércio, os números deste ano foram decepcionantes. Segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em 2015, as vendas caíram no Dia das Crianças (-8,95%), Dia dos Namorados (-7,82%), Páscoa (-4,93%), Dia das Mães (-0,59%) e dos Pais (-11,21%).

Não que o consumo vá simplesmente desaparecer. O testemunho de Marlei Panighel dá mostras da prática que muitas famílias podem adotar neste fim de ano: em vez de troca de presentes, amigo secreto para direcionar o gasto. “Fixamos um preço e trocamos presentes”, diz. Marcela Kawauti, economista-chefe do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), afirma que esse gasto mais direcionado poder ser a regra geral. “As pessoas não vão deixar de gastar, mas gastarão menos”, diz. Assim, exemplifica a economista, quem comprava um vinho importado para a ceia, por exemplo, deverá optar por um nacional, e o panetone com frutas cristalizadas, mais barato, deverá virar a opção de quem em anos anteriores comprou a versão trufada.

Essa substituição tem sido sentida pelos supermercados, atesta Fernando Yamada, presidente da Associação Brasileira de Supermercados. E, mais que isso, os consumidores estão “priorizando as compras de abastecimento da casa”, afirma. Nos shoppings, as vendas devem ser menores que as de 2014 – que já tinha sido o mais fraco em oito anos, diz Luis Augusto Ildefonso da Silva, diretor de relações institucionais da Alshop. Roupas, calçados, e eletroeletrônicos, afirma, estão entre os itens com as piores perspectivas para o Natal. “As pessoas estão adiando as compras de produtos que podem ser substituídos mais tarde porque não têm certeza se terão emprego daqui a alguns meses.”, diz.

Esse cenário deverá frear a demanda por trabalhadores temporários em 2015. No fim deste ano, nove em cada dez empresários (88%) disseram que não contrataram nem pretendem contratar funcionários para reforçar o efetivo, segundo levantamento do SPC e da CNDL. Além disso, apenas 27% dos empresários consultados disseram que pretendem investir no Natal – os que disseram que não o farão somam 71%. De acordo com a CNC, pela primeira vez desde 2009 a estimativa aponta para uma retração de 2,3% no número de vagas em relação ao ano anterior, para 139,6 mil posições. A entidade estima que o salário médio de admissão poderá chegar a 1.442 reais.

Exceções positivas – Ao menos por ora, a projeção é menos nebulosa para o e-commerce. A Associação Brasileira do Comércio Eletrônico (Abcomm) prevê crescimento de 18% das vendas neste Natal em comparação com o de 2014. De qualquer forma, a projeção é menor que os 26% que a entidade previa no início de 2015. “Serão afetadas principalmente as categorias de eletrônicos e informática, mais ancoradas no dólar”, diz Maurício Salvador, presidente da entidade.

E o panetone, que chegou mais cedo às prateleiras, também pode ficar entre as exceções positivas de um Natal de más notícias. A Pandurata, que produz as linhas Bauducco, Visconti e Tommy, tem uma produção estimada em 65 milhões de unidades. Para concorrer com outras lembrancinhas, a Pandurata sofisticou as embalagens e segurou os preços. O reajuste, segundo a empresa, ficará abaixo da inflação de 9% projetada para 2015.

De qualquer forma, essas são exceções. A regra geral será a do corte de gastos por parte dos consumidores – e queda nas vendas e nas contratações do lado do varejo. E há quem tenha decidido levar o enxugamento ao máximo possível. Luis Fernando Bayer, que já chegou a fazer jantar para 30 pessoas no Natal, neste ano,decidiu passar sozinho. “Está tudo muito caro”, diz. Em Natal em que até Papai Noel não consegue se empregar, de fato não há espírito natalino que se sustente.

 

Fonte: Veja

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Varejo na Era do Compartilhamento

Existe um provérbio chinês muito intrigante: “Que você viva em tempos interessantes!” Na visão chinesa, viver tempos interessantes significa conviver com agitação, transformação e lutas. Estamos vivendo tempos interessantes. Tempos de uma transição econômica – e não estou falando dos desafios conjunturais presentes.

As mudanças que vivemos são mudanças de “Era Econômica”. Até agora a tecnologia nos trouxe conectividade, velocidade, redes sociais sem limites e interações que amplificaram as possibilidades nas relações pessoais e nos negócios. A Era do Compartilhamento, que começou como uma faceta relacional, transforma-se agora em econômica, o que significa mudanças não apenas nas relações humanas, mas nas moedas de trocas e nos modelos de negócios. Pense nos embates do Uber e temos um exemplo desta época interessante.

No excelente artigo “Entendendo o Novo Poder”, de Jeremy Heimans e Henry Timms, publicado na Harvard Business Review, o tema Compartilhamento é tratado como deslocamento de poder (e por isso uma Era Econômica) onde o Velho Poder requeria apenas o consumo por parte das massas. Já o Novo Poder, aproveita a capacidade e o desejo das pessoas em participarem da Economia para compartilhar um conteúdo ou objeto, remixar, cocriar, personalizar, financiar ou produzir.

Além disso, as formas de pagamento desta nova Era Econômica são diferentes. Por exemplo, ao invés do usuário comprar um carro ou usar um táxi para se deslocar, surge a Carona Compartilhada como a oferecida pelo site Carona Brasil. O Compartilhamento insere várias modalidades de pagamento, como: posse compartilhada ou copropriedade, empréstimos temporários, subcontratação, trocas, permissão, uso sob demanda, revenda, parcerias e aluguel em modalidades novas (como aluguel de roupa de bebê).

No artigo citado anteriormente há uma escala que esclarece a transição que estamos vivendo. O Consumo Tradicional, estágio em que vivíamos, envolvia uma empresa vendendo seu produto para outra empresa ou para pessoas. Por exemplo, uma editora que vende uma revista. Você vai lá, compra ou assina e assunto resolvido. O Compartilhamento de Conteúdos ou Ideias – degrau acima do Consumo, pode ser exemplificado pelo Youtube, ambiente em que uma pessoa física pode postar um vídeo ou reenviar conteúdos que achou interessante. O próximo estágio é a Modelagem, que envolve a remixagem ou adaptação de conteúdos, ou seja, uma pessoa adapta um vídeo, faz uma paródia, uma brincadeira, ou uma inspiração a partir de outro conteúdo, como por exemplo, uma propaganda.  Aqui, cabe lembrar a “Luiza que está no Canadá”.

O próximo degrau é o Financiamento. Os sites brasileiros Catarse ou Kikante, oferecem alternativas para que  eu e/ou você coloquemos nossos recursos financeiros e invistamos em um projeto em que acreditamos ou que coloquemos nosso projeto para financiamento coletivo.  A Produção – próximo estágio, que cria o contexto de compartilhamento sem que seja necessário escala. Um bom exemplo é o Airbnb, plataforma que viabiliza você alugar um quarto da sua casa ou a sua casa, diretamente para outra pessoa ou para uma empresa. Por fim, temos a Copropriedade, em que pessoas compartilham completa ou parcialmente bens ou conteúdos, como o site Ciranda. Lá, você pode colocar bens que não usa tanto para que outros possam usá-lo. Por exemplo, a sua esteira que transformou-se em cabide. Em contrapartida, isso dará a você o direito de ter acesso a outro bem que precisa. Por exemplo, uma furadeira.

Estas transformações vieram para ficar e o varejo pode, deve e precisa lidar e, principalmente, aproveitar as incontáveis oportunidades criadas por esta nova Era Econômica. Foi o que fez um grupo de curitibanos ao criar a Simple Guest, empresa que gerencia propriedades oferecidas no Airbnb. Não esqueça: épocas interessantes envolvem transformação e também oportunidades.

 

Fonte: O negócio do Varejo

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“Atacarejo” vira opção nas compras e economia pode chegar a 46% na crise

Em tempos de crise, como fazer a renda durar mais e conseguir realizar uma boa compra de supermercado? Segundo o economista Tiago Queiroz, para encontrar o resultado dessa conta o consumidor precisa buscar aliados e pesquisar preços sempre, mais do que antes. Os “atacarejos”, misto de atacado e varejo, viram opção ao consumidor, que pode economizar até 46% em relação aos supermercados tradicionais.

“O Brasil vive uma fase que indica cenário econômico difícil para o país nos próximos dois anos, por isso, os atacados são aliados. Comprar no atacado pode garantir economia e algum alívio para o bolso”, adianta o especialista.

Para ele, crises econômicas precisam gerar novos hábitos de consumo e, entre as palavras de ordem, está a pesquisa. “É preciso avaliar preços, pesquisar bastante, planejar a compra para poder usufruir dos benefícios e descontos”, avalia.

Avaliação – Até mesmo entre os atacarejos, que são os supermercados que vendem tanto no atacado, quanto no varejo, é preciso pesquisar e comparar valores para que, ao comprar em grande quantidade, o cliente consiga realmente economizar.

Para isso, ele explica que existem itens que compensam mais ser adquiridos em grande quantidade, principalmente os não-perecíveis. “Os produtos de limpeza, de higiene, e itens como óleo, arroz, feijão, que são os essenciais da cesta básica, valem muito a pena serem adquiridos no atacado e serem estocados em casa”, aconselha Tiago.

Pensando nisso, o Campo Grande News conferiu valores em cinco marcas da Capital, três varejistas e dois atacadistas: Extra, Walmart, Comper, Fort Atacadista e Atacadão, respectivamente. Apesar de serem analisadas lojas atacadistas, foram considerados apenas os preços de venda no varejo em todas as unidades pesquisadas.

Foram analisados três itens básicos e não-perecíveis: arroz, feijão e óleo. Em cada supermercado foram encontradas diferentes marcas, mas o Campo Grande News selecionou apenas os itens mais caros disponíveis à venda nos cinco lugares pesquisados.

Comparação – De acordo com o levantamento, o pacote de arroz de 5 quilos (tipo 1, polido) mais caro encontrado entre os lugares analisados é o do Extra, custando R$ 15,90 a unidade. Por outro lado, o item mais caro entre os atacadistas foi encontrado no Fort Atacadista, a R$ 10,89 a unidade, o que representa uma diferença de R$ 5 entre o supermercado de varejo e o de atacado.

Entre as opções pesquisadas de feijão (pacote de 1 kg), a mais unidade cara também foi encontrada no Extra, por R$ 5,89, contra a opção mais cara do Fort: R$ 4,39, o que significa uma diferença de R$ 1,50 do mercado de atacado para o de varejo.

Já o litro de óleo tem preços parecidos entre os varejistas e os atacarejos. Mesmo assim, ainda é possível observar economia de R$ 0,13 no bolso de quem compra, mesmo no varejo, em supermercado atacadista.

Confira o tabela que detalha os valores:

tabela

Cuidados – Tanto nos supermercados atacadistas, quanto nos varejistas, foram considerados apenas valores na compra por unidade, e não em atacado. Sendo assim, o preço final cai ainda mais caso o consumidor leve para casa pacotes fechados, em atacado. Nos supermercados atacadistas, a venda em grande quantidade oferece preços ainda mais baixos, contrastando mais com os preços praticados nos varejistas.

Para o economista, se o consumidor escolher planejar as compras para levar maior quantidade para casa, esse pode ser um grande aliado na economia doméstica. No entanto, apesar de apresentar vantagens no valor final dos gastos, o economista alerta para o consumo excessivo. “Existe uma tendência forte de, ao comprar em grande quantidade, acabar aumentando o consumo também. Mas isso é um perigo pro bolso”, destaca.

“Além de aproveitar o preço mais em conta, também é preciso fazer um racionamento do uso, um uso consciente do que foi comprado para que realmente o orçamento seja mantido em dia e a economia realmente ocorra”, alerta o especialista.

Se a família acaba consumindo rápido o que comprou em grande quantidade, acaba não valendo a pena o esforço e, às vezes, o comprador acaba tendo que voltar ao supermercado mais cedo para preencher novamente a despensa.

“A supermercado atacadista realmente oferece um diferencial nos preços, realmente são uma ótima oportunidade de negócio para o cliente. Se for para comprar em varejistas, em mercados de bairro, é preferível deixar só para os perecíveis e aquilo que é comprado em menor quantidade”, finaliza

 

Fonte: Campo Grande News

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