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Alta de juros leva e-consumidor a parcelar menos suas compras

Os juros altos provocados pelo aumento da taxa Selic no último ano estão mudando a forma do brasileiro pagar suas compras online. Cerca de 40% dos compradores optaram, no primeiro semestre deste ano, pelo pagamento à vista. Outros 14,6% preferiram o parcelamento em três vezes. Essa mudança de comportamento do consumidor online está se deve, principalmente, à redução dos prazos elásticos para parcelamento sem juros oferecidos pelas lojas virtuais. Além disso, com o aumento do desemprego, os internautas estão evitando dívidas de longo prazo.

“A crise não conseguiu impedir a continuidade do crescimento do e-commerce no Brasil, porém já influencia na forma de pagamento online, pois 39,6% dos brasileiros optam pelo pagamento à vista a fim de fugir dos juros cada vez mais elevados das compras parceladas e evitar dívidas de longo prazo”, explica Gerson Rolim, diretor de Comunicação e Marketing da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e consultor do Comitê de Meios de Pagamentos Online.

O e-commerce no Brasil deve crescer 15% em 2015 e atingir um faturamento de R$ 41,2 bilhões – taxa de crescimento duas vezes maior que o varejo tradicional. Os dados fazem parte da 32ª edição do Webshoppers, relatório realizado pela E-bit com o apoio da camara-e.net.

Fonte: E-commercer News

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Varejo já monta as estratégias de vendas para o Natal

As grandes redes de supermercado pretendem começar a faturar com o Natal e, para isso, estão investindo em produtos de marca própria, com preços atrativos, e a estratégia já começou a dar resultado. “Os panetones de marca própria chegaram há duas semanas e já vendemos mais de dois terços nesse período. O panetone de gotas de chocolate já acabou”, afirmou nesta segunda Antônio Batista, gerente de perecíveis do Walmart em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte.

A rede declarou, via nota oficial que “neste ano, são os itens de menor desembolso, até R$ 8, que devem alavancar as vendas da categoria”.

Para a consumidora Élida Maria Saraiva, 58, assistente de serviços gerais, a estratégia é a ideal. “Prefiro os panetones de marca própria. O preço é bom e eles são mais fresquinhos”, afirma. Mesmo consumindo o produto em outros períodos do ano, Élida afirmou que não pretende adquirir outras marcas no fim do ano. “Não gosto de panetone de marca. Mesmo no Natal, vou continuar comprando o do supermercado”, relatou.

O Carrefour também está investindo nesse filão. As lojas de Minas Gerais da rede receberam na semana passada as unidades do panetone de marca própria no mesmo padrão oferecido pelo concorrente: versões de fruta cristalizada e de gotas de chocolate e com 500 gramas, informou a empresa via nota. O preço também é o diferencial. A rede está oferecendo a unidade do produto a R$ 6,49. A empresa ainda informou que nesta quarta, em todas as lojas, o produto será vendido, na promoção, R$ 4,98.

“Para o Estado (de Minas Gerais), é esperada a produção de mais de 300 mil unidades”, informou o Carrefour via nota oficial.

Expectativa. Para o gerente Antônio Batista, as vendas iniciais mostram que a tendência é que os produtos sazonais (ligados a datas comemorativas como o Natal) não vão sofrer tanto com a crise econômica do país. “A minha expectativa para esses produtos é boa, eles chegaram e vendemos quase tudo em pouco tempo”, disse.

O gerente espera um crescimento de cerca de 10% em relação ao ano passado. “Sempre tem crescimento. A gente oferece 10% a mais e a venda acontece”.

Dólar não deve impactar preço

Para o empresário Alexandre Maia, proprietário da loja de decoração Casa Maia, o dólar não vai fazer o preço dos produtos de decoração de Natal subir. “Compramos tudo em janeiro com o preço do dólar pré-fixado. Fizemos contratos com os bancos para isso”, afirma Maia.

Em função dessa negociação, o empresário diz que o aumento de preço, na comparação com o ano passado, “será muito pequeno, entre 3% e 4%”, afirma.

Maia se diz otimista com as vendas de fim de ano. “Mesmo com o pessimismo, tivemos um aumento de 10% nas vendas na seção de adornos na comparação com o ano passado. Então creio em crescimento para o Natal”, conta.

Nas lojas. Os produtos de Natal estarão disponíveis na lojas de decoração Casa Maia e Casa Futuro na próxima semana entre os dias 23 e 25 de setembro.

Para a gerente da Casa Futuro, Eliane Caldeira, a expectativa é de vendas maiores na comparação com o ano passado, mas “se conseguir cobrir 2014, já será bom”, conclui.

Fonte: O tempo

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Consumidores trocam varejo pelo atacado para economizar mais

Você já ouviu falar em atacarejo? É onde muita gente tem feito as compras do mês para tentar equilibrar o orçamento.

Célia, a irmã e a mãe agora compram no atacarejo, um tipo de mercado que tem preços diferentes para o atacado e para o varejo. O saco do arroz de 1 kg sai por R$ 3,59 e já no fardo com 30 pacotes, o preço do quilo cai para R$ 3,08. Depois, elas dividem para a família toda.

“Somos famílias parecidas, na quantidade de criança, na quantidade de gente em casa. E o que cada uma não tem na sua casa, a sua necessidade, cada uma, compra à parte”, explica a bancária Célia Regina de Sá.

A busca por preços menores, para fazer o salário render, com as compras em grande quantidade, é uma estratégia que cresceu neste ano em todo o país: uma mudança no comportamento do consumidor que já é percebida e muito no mercado.

“Nós temos um empobrecimento da classe média, que sai do supermercado e vai fazer uma compra mais barata. Economia no atacarejo, ela chega a 20%, 30% no orçamento. Isso é significativo, ainda mais em termos de crise”, analisa Paulo Pacheco, doutor em Economia.

No primeiro semestre, as vendas cresceram 8,5% no atacarejo e caíram 0,2% nos supermercados, comparando com o ano passado.

“A gente percebe que é uma compra que acontece sempre na primeira e segunda semana do mês quando o pessoal recebe o salário. E a gente vê comprando muito óleo de soja, arroz, detergente, sabonete e creme dental”, aponta Leonardo Vilaça, diretor financeiro.

Dona Leda se lembrou de velhos tempos. Quando o país tinha hiperinflação, ela também comprava no atacado para economizar. “É triste, mas estamos voltando atrás. Tem que economizar porque senão o dinheiro não dá”, diz ela.

Fonte: http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2015/09/consumidores-trocam-varejo-pelo-atacado-para-economizar-mais.html

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Você conhece suas “horas quentes”?

Seriam as horas de maiores vendas, as horas de maiores oportunidades para o negócio? Conheça o conceito de horas quentes

Praticamente todo varejista, se perguntado, sabe facilmente responder em qual dia da semana ele mais vende, ou seja que possui maior faturamento. Aqueles que hoje já possuem algum tipo de controle mais avançado sobre suas vendas, consegue inclusive estipular a hora na qual mais vende (faturamento) ou até mesmo emite cupons (vendas convertidas).

E seriam apenas nessas horas de maior venda as horas de melhores oportunidades?

Dentro da Virtual Gate, onde analisamos diariamente o fluxo de mais de 3.500 pontos de medição, avaliamos que não necessariamente o horário que o varejista mais vende é de fato é seu horário de maiores oportunidades.

horas quentes tabela

O conceito de horas quentes não se baseia em vendas ou cupons emitidos, mas sim no volume de pessoas que entram pelo ponto-de-venda a cada hora. Nesse conceito, a “hora mais quente” de uma loja seria a hora em que mais consumidores entram em um ponto de venda, o que podemos também entender como a “hora na qual são criadas mais possibilidades de venda” para as equipes de atendimento.

Entendendo o conceito, existem duas questões nas quais você pode avaliar sua operação a partir das questões de horas quentes, e que com certeza poderão criar maiores resultados.

1.) Sua equipe está corretamente dimensionada?

Se sua equipe de atendimento está dimensionada de qualquer maneira, ou organizada de acordo com sua resposta em vendas, ou seja, a hora na qual você mais efetua vendas (cupons), há de ser considerado se o período de compras de um cliente em sua loja é superior à 1 hora. Se o cliente hoje passa mais de uma hora no seu ponto-de-venda (ex: Home Centers, Concessionárias, Livrarias, Supermercados), sua equipe deve estar montada para receber o cliente. A hora quente poderá mostrar qual o exato momento de ter mais vendedores ou atendentes no ponto de venda. Pequenos ajustes na escala de vendedores acabam trazendo resultados muito positivos em vendas, em nosso histórico, acima de 10%.

2.) Você conseguiria vender para todo mundo, mesmo se todo mundo quisesse comprar de você?

Qual sua capacidade de operação no caixa, ou checkout da loja? Uma vez nos deparamos com um cliente que insistia em possuir no máximo dois pontos de caixa no ponto-de-venda. Dentro de sua operação e seu processo de venda, seu caixa não conseguia emitir mais do que 30 cupons por hora. Entretanto, avaliando suas horas quentes, percebemos que em boa parte do período, sua demanda era superior à 40 clientes por hora. O resultado disso, além de filas, era a impossibilidade de se atender à todos, mesmo que todos os clientes estivessem dispostos à comprar.

Há hoje varejistas (supermercadistas) que apostam inclusive em manter longas baterias de caixas abertos, por vezes muito mais ociosos do que funcionais, na esperança de manter alta a satisfação do consumidor. E, se buscar a satisfação do consumidor é algo sempre positivo, não seria interessante poder ajustar pelo menos um pouco essa operação, a fim de evitar ao máximo a ociosidade de mão de obra no ponto-de-venda?

Entendendo sua real demanda através do fluxo de consumidores por hora, ou seja, entendendo suas “horas quentes”, o varejista consegue hoje não somente compreender de melhor maneira sua demanda, mas utilizar essas informações para criar uma série de novos insights na gestão do negócio, buscando melhor eficiência e sobretudo, produtividade.

E produtividade, como todos sabem, é a palavra de ordem para o varejo de hoje.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/voce-conhece-suas-horas-quentes/89988/

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