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Franquias em favelas podem ser mais lucrativas do que em bairros nobres

Apesar de o ticket médio ser menor, periferia pode dar mais retorno nos casos em que o serviço supre necessidade básica

Cada vez mais as marcas buscam inserção, por meio de franquias, em zonas de menor poder aquisitivo das grandes cidades. Rio e São Paulo já partilham dessa realidade, que pode superar as expectativas e dar ao franqueado um bom mercado consumidor – refletindo, é claro, em bom faturamento.

A rede de escolas de idiomas Yes!, por exemplo, mantém uma unidade própria desde 2008 na Rocinha, no Rio de Janeiro. Segundo a empresa, a escola na maior favela da América Latina não ganha – mas também não perde em nada – na comparação com qualquer outra localizada na zona sul, que em tese levaria vantagem pelo público de maior renda.

Ambas as franquias trabalham com os mesmos valores de investimento inicial, taxa de franquia, expectativa de retorno e capital de giro.

As diferenças estão no custo do metro quadrado pago pelo franqueado no ato da instalação, no ticket médio e na demanda por alunos. ”Nas unidades como a da Rocinha, o valor dos cursos e o ticket médio acabam sendo menores, mas o franqueado recebe uma demanda maior de alunos”, afirma a empresa, que também opera na favela de Paraisópolis, em São Paulo.

Perto da favela pode dar mais dinheiro

Se em alguns casos a situação se equivale – como na Yes –, em outros, a franquia localizada na periferia pode ser até mais lucrativa, como nos casos em que o serviço vem suprir uma necessidade básicas não atendidas em uma determinada área.

É o caso da Sorridents, rede de clínicas odontológicas que tem unidades em vários locais, mas que foca nas classes C e D e tem melhor rendimento financeiro nas periferias.

O franqueado D’artagnan Alves, de São Paulo, tem na ponta do lápis a experiência prática no assunto. Sócio de uma franquia da Sorridents em Sapopemba, região com favelas, e na Mooca, bairro predominantemente de classe média, ele fatura mensalmente cerca de 5% a mais na unidade localizada na área de menor poder aquisitivo.

“As pessoas [em Sapopemba] não estão acostumadas a serem bem tratadas. Então, quando você monta um negório com padrão de qualidade, acaba virando ponto de referência. Os clientes procuram por status até, falam como se fosse deles”, explica. Alves acrescenta que o fluxo de clientes é quase 35% superior em Sapopemba.

A diferença entre as duas regiões é bem acentuada. Enquanto a Mooca tem o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) considerado “muito elevado” e uma renda mensal média em torno de R$ 4 mil, Sapopemba tem IDH apenas “médio” e abriga o cidadão que ganha, em média, aproximadamente R$ 1,3 mil ao mês.

Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), atualmente há três redes filiadas operando em favelas pelo País. Além da Yes! e da Sorridents, o guia de avaliação online Elefante Verde também tem penetração neste ramo ainda pouco explorado.

A expectativa para os próximos anos, de acordo com dados de fevereiro levantados pela ABF, é de que pelo menos seis redes queiram ampliar ou começar a atuação em favelas. Além das empresas citadas, o restaurante Espeto Carioca e a Odontoclinic miram mercados cariocas como Complexo do Alemão e Vidigal.

Fonte: http://economia.ig.com.br/financas/seunegocio/2015-08-30/franquias-em-favelas-podem-ser-mais-lucrativas-do-que-em-bairros-nobres.html

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Aliansce vê saturação em modelo de shopping tradicional

Empreendimentos com maior oferta de serviços de lazer permitem mais oportunidades de crescimento, avalia presidente da administradora

SÃO PAULO – O presidente da administradora de shoppings Aliansce, Renato Rique, acredita que o setor de shoppings está perto do saturação do modelo de empreendimento tradicional e regional, focado em oferta de lojas âncora e de vários segmentos do varejo. Durante participação em congresso de varejistas em São Paulo, o executivo avaliou que os empreendimentos que têm maior oferta de serviços de lazer, como restaurantes, cinema e parques, permitem mais oportunidades de crescimento.

“Não antevejo nos próximos anos perspectivas de crescimento como vinha acontecendo nos últimos anos, mas acredito que é possível explorar nichos que não estão sendo atendidos”, declarou. “O shopping regional, que é focado nas lojas âncora e é o modelo que mais estamos acostumados a ver, está perto da saturação em muitos mercados na minha visão”, disse.

Rique considerou que em anos anteriores o setor viveu um período de abundância de capital e, com isso, houve desenvolvimento de projetos inadequados. Para ele, o crescimento do segmento nos próximos anos estará atrelado a empreendimentos que promovam uma mistura de serviços que atraia as famílias para reuniões e não apenas para compras.

Já o presidente da Associação Brasileiro de Shoppings Centers (Abrasce), Glauco Humai, minimizou as preocupações em torno de uma saturação de shoppings centers no mercado brasileiro, mas afirmou que há um excesso de projetos ruins. Para ele, o mercado nacional ainda tem espaço para crescer, principalmente, se comparado a países desenvolvidos e algumas nações em desenvolvimento.

De acordo com o executivo, o setor passou por um processo de amadurecimento nos últimos anos e há uma concorrência mais qualificada atualmente. “Vinte anos atrás, se fosse construída uma caixa preta, sem nada, o shopping iria estourar. Mas hoje se não fizer um projeto com custo baixo, acesso agradável, mix adequado de lojas, o shopping vai fracassar”, disse.

Esse movimento, para o presidente da instituição, é algo saudável, pois deixa as empresas mais preparadas para a concorrência. O executivo apontou que, nos últimos anos, o crescimento dos shoppings está descolado do varejo. “Shopping está dois ou três níveis acima do varejo como um todo”, disse.

Para Rique, muitos empreendimentos foram feitos em mercados que já estavam bem servidos, por isso houve uma tendência de fracasso para alguns. O executivo afirmou que o sucesso de um shopping depende das especificidades de mercado e de cidade. “Recomendo que o lojista sempre procure qual a condição de viabilidade de cada shopping”, afirmou.

Como exemplo, o executivo disse que foram observadas cidades com 200 mil habitantes que fizeram três shoppings centers simultaneamente. “Só tem um jeito de dar certo, fechar dois”, brincou. No entanto, ele ressaltou que os shoppings são uma alternativa natural de crescimento do varejo.

Estadão Conteúdo

Fonte: http://www.dci.com.br/comercio/aliansce-ve-saturacao-em-modelo-de-shopping-tradicional-id492404.html

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Sim, sou um pequeno Varejo, e daí?

por João Kepler*

Quantas vezes nesses últimos 20 anos encontrei pequenos gigantes varejistas, quantas vezes me surpreendi ao entrar em uma loja de esquina, perdi as contas de encontrar o que precisava nos mercadinhos de bairro, quantas vezes conversei com empresários de cidades pequenas que construíram verdadeiras fortunas com suas lojinhas. Em todos esses casos e histórias sensacionais que coleciono, esses negócios têm três coisas em comum:

  1. Cresceram organicamente (sem impulsos)
  2. Se tornaram referência em suas regiões
  3. Nunca perderam a essência de ser pequeno. A lição que aprendi com eles é que é preciso fazer diferente, ser diferente e criativo. Optar por crescer envolve muitas vezes condições e coisas que passam despercebidas e isso faz com que muitos terminem se atropelando ao querer ser grande.

O que quero chamar atenção é que o pequeno negócio pode ser o melhor naquilo que faz sem ser grande no sentido de estrutura. Grande só se for no sentido de conseguir fazer um negócio escalável, que cresce em faturamento e clientes, sem crescer na mesma proporção a estrutura. Se não tem essa condição, meu conselho é que você permaneça focado e nichado, continue pequeno. O crescimento sem diferencial e condição de competir pode te levar ao prejuízo e fazer você perder tempo. Sei que você aprendeu o CRESCER e CRESCER – VENDER e VENDER, mas eu te aconselho: Esqueça isso! As palavras de ordem prioritárias são outras nos dias de hoje!

No e-commerce, por exemplo, vários lojistas me dizem que querem vender mais, minha resposta é única: Qual seu ponto de equilíbrio? Qual a sua margem? Na verdade, essa conta parte do quanto precisa vender para pagar suas contas e ainda sobrar. Só a partir disso é que a preocupação com crescimento deve acontecer. Todo crescimento deve acontecer a partir dessa premissa básica. Uma simples indagação sobre um porquê e um propósito já responde muita coisa.

Muitos acham que se avançar e investir no crescimento, pode alavancar vendas e aumentar muito as possibilidades, essa nunca foi uma certeza ou verdade absoluta. Conheço vários casos onde se recebeu um caminhão de dinheiro e não prosperaram. É muito mais prudente e coerente investir no próprio negócio do tamanho que ele está para ser e fazer diferente.

O pequeno tem problemas? Sim, vários, eu sempre digo, por exemplo, que o principal problema do pequeno é insistir em ter produtos similares, feito por pessoas com atitudes similares, que no final das contas, obtém resultados similares. Portanto, a estratégia passa justamente por sair da mesmice. INOVAR e se REINVENTAR, é melhor do que querer ser grande. Imagine uma farmácia com o mesmo produto, com o mesmo preço e vendendo as mesmas marcas? Então. É sobre isso que quero alertar, é preciso agregar alguma coisa que faz a diferença, que faça com que as pessoas prefiram uma farmácia à outra.

Qualquer negócio pode inovar e fazer diferente. Em um passado recente as pizzarias inventaram o Delivery, a entrega a domicílio, foi uma inovação, a solução para muitas delas e foi fator diferencial por muito tempo, hoje não é mais. Mas analisando o que aconteceu, elas cresceram em números de clientes e faturamento, aumentaram a produção e o melhor mantiveram quase que a mesma estrutura interna. Percebeu?

Pensando em uma loja de comércio, um varejo tradicional, por exemplo, a questão passa por diversificação de produtos, por ter na prateleira o que os clientes da região precisam, disposição dos produtos na loja, ter criatividade, boa comunicação e mudar sempre. Sabe quando você muda o sofá de lugar na sua casa? Quando sua mulher chega, diz UAU! Ficou amplo e diferente. Ponto para você! Mais ou menos isso! Meu amigo especialista em Varejo, Fred Alecrim, diz que precisamos estar sempre em movimento e isso é sim uma verdade absoluta, até para quem está ganhando.

Mudar aquela pergunta que seu vendedor faz quando um cliente entra em um estabelecimento, “posso ajudar?” Ora o vendedor está ali para isso, pra quê perguntar isso? (única razão da existência dele naquele lugar é para ajudar os clientes) ou “Precisa de alguma coisa?” ou “Você já foi atendido?”. Minha resposta vai ser: “estou só olhando” ou faço uma cara estilo “claro que não, né?”. Bem, você pode vender uma coisa essencial, mas é preciso também treinar sua equipe para agir no lugar de apenas perguntar. Como diz o Fred Rocha, meu amigo e companheiro do projeto itinerante Varejo Show, é preciso pensar fora da loja.

Muita coisa a fazer, a aprender e a mudar de posicionamento, mas a chave são as palavras REINVENTAR e INOVAR para continuar pequeno, mas querer ser o melhor pequeno do pedaço. Crescer e Vender mais? Sim, claro, mas isso será natural e consequência de tudo que for implantado de diferente.

Pense Nisso!

João Kepler Braga – @JoaoKepler

fonte: http://www.falandodevarejo.com/2015/08/sim-sou-um-pequeno-varejo-e-dai.html

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ICV saz dos Pais 2015

Dia dos Pais registra queda de 11,7% no fluxo de pessoas em lojas do Varejo

Apontamento divulgado pela SBVC, em parceria com a Virtual Gate, mostra que o Dia dos Pais foi a maior queda quando comparado a Mães e Namorados

São Paulo, agosto de 2015 – O fluxo médio de pessoas em lojas no Dia dos Pais apresentou queda de 11,7% na comparação com o mesmo período de 2014. Os dados são do IVC SAZ (Índice de Consumidores no Varejo Sazonal) divulgado pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo) em parceria com a Virtual Gate, empresa especializada no monitoramento de tráfego de pessoas em lojas.

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Estatística e tecnologia ajudam a organizar equipe de vendas

Especialista explica como dados e mapas de calor podem ser usados para organizar escalas de atendentes em lojas de varejo

Uma das grandes dificuldades de qualquer lojista é organizar a escala de horários de seus vendedores, tanto para evitar que funcionários fiquem de braços cruzados em períodos de baixo movimento quanto para garantir que nenhum cliente deixe de ser devidamente atendido quando a loja está lotada. A maioria dos comerciantes faz isso na base da tentativa e erro, mas este é o pior caminho, afirma Caio Camargo, diretor de relações institucionais da Virtual Gate, empresa que fornece soluções tecnológicas para aumentar o faturamento de varejistas. Segundo ele, existem métodos muito mais precisos para montar a equipe de vendas ideal.

Arritmia Econômica

“É comum irmos a um shopping às 11h e encontrarmos lojas com quatro vendedores de braços cruzados. Ela está perdendo dinheiro. Hoje, a palavra número um para o varejo é produtividade, especialmente em relação à taxa de conversão, que leva em conta quantas pessoas efetivamente compram dentre as que entraram na loja”, alerta Caio, que acrescenta que a mensuração adequada da equipe de vendas é um tema ainda mais relevante em um cenário de crise, como vivemos atualmente.

Acertar no tamanho da equipe de vendas contribui para reduzir custos operacionais e aumentar a taxa de conversão da loja

Acertar no tamanho da equipe de vendas contribui para reduzir custos operacionais e aumentar a taxa de conversão da loja

Para maximizar a taxa de conversão, é fundamental que a loja conte com uma quantidade de vendedores adequada à demanda de clientes em cada dia da semana e em cada período do dia. “Existem vários métodos diferentes para se chegar à equipe ideal, mas certamente o pior deles é o empírico, que ainda é bastante usado. Muitas lojas ainda trabalham com tentativa e erro, sem levar em conta informações que poderiam orientar esta decisão de maneira muito mais eficaz”, explica.

Dados de vendas
Uma metodologia mais eficaz é escolher o tamanho da equipe com base na emissão de cupons, fazendo uma análise estatística dos dias e horários em que um número maior de negócios foi fechado e concentrando mais vendedores nesses períodos. “O problema é que em alguns casos as vendas levam horas para serem concretizadas, como acontece com concessionárias e lojas de pisos e revestimentos, por exemplo. Nestes casos, a emissão de cupons não reflete necessariamente os picos de demanda”, afirma.

Por isso, ele recomenda que o próprio comércio avalie qual o tempo médio que os atendentes demoram para fechar uma venda. Caso isso ocorra rapidamente, em torno de uma hora, o método da emissão de cupons pode ser muito útil. Porém, ele faz uma ressalva. “Mesmo que as vendas sejam rápidas, se a circulação de clientes na loja é muito grande, você não vai ter uma noção muito clara de quantos negócios deixaram de ser fechados e, consequentemente, da sua taxa de conversão.”

Dados de vendas
Uma metodologia mais eficaz é escolher o tamanho da equipe com base na emissão de cupons, fazendo uma análise estatística dos dias e horários em que um número maior de negócios foi fechado e concentrando mais vendedores nesses períodos. “O problema é que em alguns casos as vendas levam horas para serem concretizadas, como acontece com concessionárias e lojas de pisos e revestimentos, por exemplo. Nestes casos, a emissão de cupons não reflete necessariamente os picos de demanda”, afirma.

Por isso, ele recomenda que o próprio comércio avalie qual o tempo médio que os atendentes demoram para fechar uma venda. Caso isso ocorra rapidamente, em torno de uma hora, o método da emissão de cupons pode ser muito útil. Porém, ele faz uma ressalva. “Mesmo que as vendas sejam rápidas, se a circulação de clientes na loja é muito grande, você não vai ter uma noção muito clara de quantos negócios deixaram de ser fechados e, consequentemente, da sua taxa de conversão.”

Mapas de clientes
Para estas lojas, ele afirma que o ideal é apostar no fluxo de clientes. Isto pode ser feito manualmente, pelos próprios vendedores quando eles atuam em rodízio, fazendo com que um contabilize o cliente enquanto o outro atende. Porém, em uma tarde de sábado, por exemplo, quando o movimento é grande, esta anotação pode apresentar falhas, pois os vendedores não terão tempo hábil para realizar a contagem.

“O ideal é investir em alguma tecnologia que realize a contagem de clientes. Isso pode ser feito por meio de câmeras e sensores. Com base nisso, você pode montar mapas de calor que indiquem os momentos de maior demanda, e montar sua escala de funcionários de acordo com os picos”, encerra.

Para estas lojas, ele afirma que o ideal é apostar no fluxo de clientes. Isto pode ser feito manualmente, pelos próprios vendedores quando eles atuam em rodízio, fazendo com que um contabilize o cliente enquanto o outro atende. Porém, em uma tarde de sábado, por exemplo, quando o movimento é grande, esta anotação pode apresentar falhas, pois os vendedores não terão tempo hábil para realizar a contagem.

“O ideal é investir em alguma tecnologia que realize a contagem de clientes. Isso pode ser feito por meio de câmeras e sensores. Com base nisso, você pode montar mapas de calor que indiquem os momentos de maior demanda, e montar sua escala de funcionários de acordo com os picos”, encerra.

Fonte: http://economia.terra.com.br/vida-de-empresario/estatistica-e-tecnologia-ajudam-a-organizar-equipe-de-vendas,3c0ee9c52161fad3e0396796bc043328aef2RCRD.html

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ICV 30 Julho 2015

ICV apresenta alta de 1,4% no fluxo de pessoas em lojas no mês de julho

Apontamento do ICV 30 divulgado pela SBVC em parceria com a Virtual Gate, mostra diminuição da diferença no comparativo com 2014

São Paulo, agosto de 2015 – O mês de julho de 2015 fechou com alta de 1,4% no fluxo de pessoas com relação a junho, curva oposta ao mesmo período de 2014 que registrou queda de 2,6%. Já no comparativo com julho de 2014, o número teve redução de 3,8%, a menor diferença percentual entre os dois períodos. O apontamento é do ICV 30 (Índice de Consumidores do Varejo Mensal) divulgado pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo) em parceria com a Virtual Gate, empresa especializada no monitoramento de tráfego de pessoas em lojas.

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